De esguelha, observo a moldura que adorna teu retrato. Dentro do quadrado, feição que desperta sentimento irrevelável. Motim inconfidente ameaça segredos do intimo, que deveriam ficar no fundo d’ alma. Amordaço o timoneiro do amotinado, para não desviar o curso a seguir na carta náutica do teu coração!




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